Trata-se de um programa de cunho social que proporciona acesso a casais menos favorecidos a ter acesso a tecnologia de ponta em reprodução assistida. O programa contempla um único ciclo de fertilização in vitro com óvulos próprios até a primeira transferência dos embriões.

O Viafiv é um programa de acesso facilitado a casais com renda familiar de até 5 mil reais mensais ou 60 mil reais por ano, que têm a indicação do tratamento de fertilização in vitro (FIV). O VIAFIV realiza também apenas tratamentos com óvulos próprios.

Temos uma boa taxa de sucesso em nossos tratamentos, pois o médico que te acompanha age com total transparência e cautela. Se em algum momento do tratamento ele verificar que as suas chances de sucesso são baixas, ele irá lhe informar e verificar a melhor forma de vocês realizarem o sonho de vocês.

Ninguém pode garantir que o tratamento dará certo. Mas temos a certeza de que toda a nossa equipe irá oferecer as melhores propostas de tratamento e te informará em cada uma delas quais são as chances daquela etapa dar certo.

Diferente de outros programas sociais, o tratamento de fertilização do Viafiv adota protocolos individualizados para cada caso dependendo de avaliação médica. O laboratório leva os embriões além do dia 3, até atingirem estágio de blastocisto. Técnicas de “assisted hatching” não têm custo adicional.

O valor do Viafiv é um pacote fechado válido para um tratamento de fertilização in vitro e inclui:

  • Parte do Laboratório (punção dos óvulos, fertilização, desenvolvimento embrionário e a primeira transferência de embriões);
  • Ultrassons de estimulação da ovulação;
  • Honorários médicos;
  • Administração das medicações para estimulação folicular para pacientes do ambulatório.

Não estão inclusos no programa Viafiv:

  • Exames diagnósticos laboratoriais;
  • Exames sorológicos;
  • Exames para investigação das causas da infertilidade;
  • Procedimentos cirúrgicos masculinos;
  • Manutenção anual de embriões congelados (referente aos embriões excedentes após a 1ª. transferência embrionária);
  • Ovodoação (pacientes que necessitam ser receptoras de óvulos pois não conseguem gestar com óvulos próprios);
  • Procedimentos para preservação da fertilidade (congelamento social de óvulos);
  • Estratégias de ciclos seriados para acúmulo de óvulos ou embriões;
  • A segunda ou posteriores transferências de embriões;

Caso algum dos itens acima sejam necessários (a critério médico) serão cobrados valores de tabela vigentes do laboratório.

O pacote do VIAFIV dá direito a uma única tentativa, ou seja, uma coleta dos óvulos seguida de fertilização in vitro, cultivo embrionário e uma transferência. Caso haja embriões excedentes e se deseje tentar nova transferência, a mesma será tarifada pelo preço de tabela vigente acrescido dos honorários médicos.

Após a primeira transferência de embriões, caso fiquem embriões excedentes congelados, será necessário efetuar, no dia da transferência embrionária, o pagamento de uma taxa de manutenção anual de congelados. Essa mesma taxa se repetirá a cada ano e sofrerá reajustes pelo IGPM.

Lembrando que pela ANVISA e o Conselho Federal de Medicina é necessário manter o congelamento dos embriões excedentes por no mínimo 6 meses para doação (atendendo aos critérios da lei) ou 3 anos para descarte.

Quem atende em nosso ambulatório é o Dr. Vicente José Costa Vale Jr. e há ainda, os médicos parceiros que atendem na região.

Não, o Viafiv não atende pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Apenas tratamentos particulares.

Ambos são tratamentos de reprodução humana assistida. O que difere entre eles é a complexidade e os custos de cada tratamento.

  • Inseminação artificial (procedimento não incluso no Viafiv): onde coleta-se o sêmen, prepara-se uma amostra no laboratório e transfere-se o sêmen para o útero da paciente (chance de positividade parecida com a de um coito natural, aprox. 20%).
  • Fertilização in vitro: coleta-se o sêmen e os óvulos, é realizada a fertilização e o acompanhamento da formação do embrião no laboratório. Este embrião é transferido para o útero da mulher após o preparo do endométrio (chance de positividade de aprox. 60%). Ressaltando que essa positividade depende de vários fatores que são avaliados pelo médico. Ele indicará qual o melhor tratamento para o casal.